Publicações

  • Dokumentarische Comics als Übersetzung des Alltäglichen

    FELIPE MUANIS

    Zeitschrift für Medienwissenschaft - vol 11

    http://www.zfmedienwissenschaft.de/heft/text/dokumentarische-comics-als-%C3%BCbersetzung-des-allt%C3%A4glichen

    Abstract (deutsch) 

    Dieser Text erforscht die Idee und die Entwicklung des dokumentarischen Comics seit den 1960er Jahren. Für diese Zeit beobachtet Muanis den Aufstieg des journalistischen Comics als neues Genre, das sich auf den modernen Dokumentarfilm bezieht. Ein entscheidender Aspekt dieser Comics ist die Selbsteinschreibung des Autors als Figur in seine eigenen Erzählungen. Bis in die Gegenwart hinein bildet die Verbindung zwischen Autor, kinematografischen Techniken, Journalismus und Comicsprache ein eigenes Genre, das als «comic-vérité» bezeichnet werden kann. Anhand verschiedener Beispiele berühmter Comic-Autoren analysiert Muanis die neue dokumentarische Sprache des Comics sowie seine Funktion als Übersetzer des urbanen Raums und des alltäglichen Lebens.

    Abstract (english) 

    This text explores the idea and the development of documental comics since the 1960s. In this era Muanis observes the rise of the journalistic comic as a new genre, taking references from modern documentary cinema. A crucial aspect of these comics is the (comic-)author picturing himself as a character in his own narrative. Until today the connection between author, cinematic techniques, journalism and comic language creates a genre of its own that can be described as «comic-vérité». Through different examples of famous comic-authors Muanis analyses forms of a new documentary language in comics and their function as translator of urban space and everyday life.

  • Televisão na China – Produto e processo. Desenvolvimento e ambientação da comunicação de massa na China

    Marcella Coppo Leite

    Publicado na revista Extensão em Debate: Revista de Extensão da Universidade Federal de Alagoas
    Edição Especial Cinema

    Resumo

    A televisão chega à China tardiamente no final dos anos 1950. O canal CCTV (China Central Television) foi lançado em 2 de setembro de 1958 e marca o início de fato de uma comunicação em massa por meio da televisão no país. A partir de então a televisão começa a chegar lentamente aos cidadãos e se inserir na sua rotina, tornar-se um hábito.  Curiosamente, assistir televisão na China não é tão diferente de outros países ocidentais.  Um exemplo é o programa New Star (Nova Estrela) que foi lançado nos anos 1980 na China, que conta com um herói – Li Xiangnam – que é completamente ocidentalizado, apesar de exibido em uma sociedade comunista, onde existe uma forte censura em todos os meios. Este artigo tem a intenção de esclarecer a motivação para as semelhanças e distinções no processo de instalação deste hábito e deste modo de assistir à televisão na China.  Qual a relação entre seus produtos televisivos e do Ocidente?  Como os primeiros foram contaminados com as experiências externas?

    Link: http://www.seer.ufal.br/index.php/extensaoemdebate/article/view/1174

  • Visualidades Hoje - Livro da Compós 2013 -

    Capítulo de livro: "O tempo morto na hipertelevisão", Felipe Muanis - pgs. 173-189.

    Resumo: Após as conceitualizações teóricas de Umberto Eco, Casetti e Odin sobre paleo e neotelevisão e diante das últimas mudanças na imagem, na tecnologia e no uso da televisão, torna-se determinante a reflexão sobre os novos caminhos desse meio de comunicação. A partir do conceito de posturas paleo e neotelevisivas formulado por mim em trabalho anterior e da proposta de hipertelevisão de Carlos Alberto Scolari, busca-se neste artigo repensar parâmetros que definiriam o mercado, a imersão, a reality TV, o “zapping midiático”, os conteúdos transmídia e a ficção ao vivo como eixos de uma terceira fase de percepção da televisão. Serão discutidos também textos de autores como John Caldwell, W. J. T. Mitchell, Niklas Luhmann, Gilles Lipovetsky e François Jost.

    Palavras-chave: Posturas televisivas. Ecossistema imagético. Imersão.

  • A imagem-ritmo e o videoclipe no audiovisual - Felipe Muanis

    Revista Galáxia / PUC-SP

    Resumo: A televisão pode ser um espaço de reunião entre som e imagem em um dispositivo que possibilita a imagem-ritmo – dando continuidade à teoria da imagem de Gilles Deleuze, proposta para o cinema. Ela agregaria, simultaneamente, características da imagem-movimento e da imagem-tempo, que se personificariam na construção de imagens pós-modernas, em produtos audiovisuais não necessariamente narrativos, porém populares. Filmes, videogames, videoclipes e vinhetas em que a música conduz as imagens, permitiriam uma leitura mais sensorial. O audiovisual como imagem-música abre, assim, para uma nova forma de percepção além da textual tradicional, fruto da interação entre ritmo, texto e dispositivo. O tempo das imagens em movimento no audiovisual está atrelado, inevitável e prioritariamente, ao som. Tais imagens agregam possibilidades não narrativas que se realizam, na maioria das vezes, na lógica do ritmo musical, sobressaindo-se como um valor fundamental, observado nos filmes Sem Destino, Assassinos por Natureza e Corra Lola Corra.

    Palavras-chave: imagem-ritmo; videoclipe; Deleuze; som e imagem

    Abstract: Rhythm-image and video clip in the audiovisual medium - Television might be a space where sound and image meet within a device that makes the rhythm-image feasible – extending Gilles Deleuze’s image theory, proposed for cinema. It would simultaneously accrete movement-image and time-image characteristics in a way that they would personify themselves in the construction of post-modern images in audiovisual products, which, while not being necessarily narrative, are popular. Films, videogames, videoclips and vignettes in which music guides the images would allow a more sensorial reading. Thus, the audiovisual medium as music-image uncloses a new form of perception, beyond the traditional textual one, as a result of the interaction between rhythm, text, and device. Time in motion images is attached, inevitably and primarily, to sound. They add up non-narrative possibilities that often follow the logic of a musical rhythm and stand out as a fundamental value, which can be observed in the movies Easy Rider, Natural Born Killers and Lola Rennt.

    Keywords: rythm-image; videoclip; Deleuze; sound and image.

    Artigo publicado na revista Galáxia (PUC-São Paulo, São Paulo), n. 24, p. 64-76, dez. 2012.

    http://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/10214